O Enem acertou, mas…

* Por Francisco Saboya

Manipulação do comportamento do usuário pelo controle de dados na internet. Com este tema, o Enem quebrou uma longa série de conteúdos sociais e identitários e pautou um assunto relacionado com o avanço tecnológico em uma sociedade de dados. Acertou mais do que errou. Só pra ilustrar, nos anos anteriores os temas das redações foram Desafios para a formação dos surdos no Brasil (2017); Caminhos para combater a intolerância religiosa no Brasil (2016); A persistência da violência contra a mulher no Brasil (2015); Publicidade infantil em questão no Brasil (2014); Lei Seca no Brasil (2013).

Essa guinada deslocou o foco de questões de inevitável conotação ideológica e endereçou um assunto transversal de grande impacto no cotidiano das pessoas, a começar deles, dos jovens diretamente interessados no exame. Além do mais, ofereceu a oportunidade de se refletir sob uma perspectiva global. O mundo é maior do que o Brasil e é conveniente, como exercício pedagógico, estimular os estudantes a explorarem elementos que vão além das fronteiras do país.

A vida social, assim como os negócios ou a política, é cada vez mais estruturada em fluxos intensos de dados, conectando pessoas e empresas em grandes redes de interações. Retire do seu cotidiano Google, Facebook, Whatsapp, Spotify - apenas para ficar nestes - e, principalmente, exclua a internet - o principal responsável por tudo - e veja o que sobra. Operações complexas, como o controle e sincronização de milhares de sinais de trânsito em grandes cidades, serviços bancários ou exames de alta complexidade, tudo são dados em fluxos. Como a vida é digital, a situação só tende a se intensificar, pois se hoje são 4 bilhões de pessoas usuárias da internet (53% da população da terra), sendo 3,2 bilhões em redes sociais, imagine o que ocorrerá com a explosão do fenômeno da Internet das Coisas (IoT)!

Nos próximos anos, centenas de bilhões de objetos conectados, boa parte dotados de alguma inteligência própria, estarão autonomamente gerando e consumindo informações para automação de rotinas práticas nas residências, na medicina, na produção agrícola, nas indústrias [cada vez mais automatizadas em sistemas produtivos integrados por informações em rede - outro fenômeno, o da chamada Indústria 4.0], nas ruas dotadas de sistemas de informação para controle da mobilidade e orientação do tráfego por veículos sem motoristas. As aplicações são ilimitadas e os benefícios, incontáveis.

Mas, a um tempo em que abre novas perspectivas, o mundo digital também cobra seu preço. O volume de dados em circulação e as ferramentas de armazenamento, tratamento e análise cada vez mais poderosas habilitam negócios e impulsionam a economia digital, alimentada por registros informados pelos próprios usuários dos serviços oferecidos por plataformas como aquelas mencionadas mais acima. E a fatura chega de diversas formas: invasão de privacidade, campanhas agressivas de marketing dirigido, uso não ético dos dados pessoais, manipulação da opinião pública através de informações falsas, disseminadas em redes sociais por métodos ilegais de captura de cadastros. A resposta a essas distorções tem vindo mais da esfera jurídica do que da tecnológica, embora aqui os avanços no campo da comunicação móvel, geoposicionamento, criptografia de dados, desenvolvimento privacy by design venham possibilitando a prestação de serviços digitais sem necessariamente se ter que invadir a intimidade do usuário.

A dimensão legal é uma discussão antiga, mas cresceu bastante principalmente depois dos escândalos envolvendo Facebook e Cambridge Analytica. Estas duas empresas foram acusadas de manipular dados de quase 100 milhões de usuários e influenciar nas últimas eleições presidenciais americanas e a favor do Brexit. Em maio deste ano entrou em vigor, na Europa, o Regulamento Geral de Proteção de Dados. Meses depois, o Brasil aprovou sua própria Lei de Dados, que passa a vigorar em fevereiro de 2020. Basicamente pune a empresa ou pessoa que faça uso não consentido dos dados do usuário.

Por esses motivos, o Enem acertou. E onde teria errado? Na pegadinha, essa mania infeliz de avaliadores colegiais. O raciocínio deve ser: não basta conhecer o assunto e discorrer sobre ele: tem que ser astuto e sagaz pra não cair em armadilhas. É uma estratégia pedagógica inócua, que em nada contribui para o aprendizado. Parece haver um componente de sadismo por detrás. Conversei com alguns estudantes e a associação com o processo eleitoral recente, e com as fake news que dominaram parte da agenda de campanha, foi óbvia. Ocorre que o assunto não tem a ver com fake news, como fica claro pelos chamados textos motivadores que acompanham o caderno de prova; mas sim, com o controle de dados, seus usos e impactos sobre o comportamento das pessoas e, em especial, sobre decisões dos consumidores - essas estruturas miméticas e sugestionáveis. O tema é sério e profundo. Como as provas ficam prontas no início do segundo semestre, bem que o Enem podia alertar os alunos para não se deixarem influenciar pelo contexto eleitoral de mentiras e pós-verdades, focando no que interessa de fato.


Francisco Saboya é Graduado em Ciências Econômicas (1982) e mestre em Engenharia de Produção pela Universidade Federal de Pernambuco-UFPE (2006). É professor das disciplinas de Macroeconomia e Gestão de Sistemas e Tecnologias da Informação na FCAP-UPE. Ocupou por 11 anos (2007 – 2018) o cargo de Diretor-Presidente do Porto Digital, parque tecnológico sediado em Recife-PE. É conselheiro do CESAR – Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife e do Softex Recife.

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2019: O que podemos esperar do novo governo

o que podemos esperar do novo governo

O ano de 2018 foi intenso!

As questões políticas ganharam peso e as eleições acabaram ganhando contornos extremamente conturbados.

A eleição de Jair Bolsonaro como Presidente da República é motivo de grande esperança para muitos brasileiros e desconfiança para outros.

Os educadores financeiros fundadores do Dinheirama Conrado Navarro e Ricardo Pereira participaram de mais um programa ao vivo. Dessa vez, o assunto foi sobre dívidas e a  dificuldade que as pessoas enfrentam para superar esse problema.

  • A política continuará sendo um problema?
  • Juros e inflação;
  • Privatizações e Reformas;
  • Oportunidades no mercado de capitais;
  • Os melhores investimentos para 2019.

Fizemos questão de resgatar o vídeo, e apresenta-lo em sua totalidade aqui, acompanhe:

//www.youtube.com/watch?v=0yFSiMjhk7M

Live: 5 Erros que acabam com o sonho de ficar rico

Muitos leitores do Dinheirama que nos escrevem acalentam o sonho de enriquecer e prosperar. Até ai, ótimo, mas grande parte deles quer que isso aconteça da noite para o dia. Se você, é um destes “apressadinhos”, sentimos dizer que a educação financeira oferece um caminho sadio, mas não necessariamente simples e fácil.

Dizemos isso porque muita gente quer transformar metal em ouro, ou dívidas em investimentos, de forma rápida e sem sacrifícios. Não é por ai, pois o que fará mesmo muita diferença será sempre sua atitude e os hábitos que você será capaz de manter e alimentar em torno das próprias finanças.

Na próxima quarta- feira, (21/11) às 20:00 no horário de Brasília, teremos uma transmissão ao vivo com o tema: “2019: 5 Erros que acabam com o sonho de ficar rico

Os educadores financeiros fundadores do Dinheirama Conrado Navarro e Ricardo Pereira recebem o escritor e palestrante André Massaro para um programa ao vivo. Durante o bate-papo conversaremos sobre os seguintes erros:

  • Sempre financiar os sonhos de consumo;
  • Deixar para investir quando sobra dinheiro;
  • Abrir mão de informações sobre finanças;
  • Acreditar em esquemas mirabolantes de enriquecimento rápido;
  • Não ter uma reserva de emergência.

Aproveite e já se inscreva para a live no link abaixo

//www.youtube.com/watch?v=n_ql_5bK-RQ

------ Este artigo foi escrito por Redação Dinheirama. Este artigo apareceu originalmente no site Dinheirama.A reprodução deste texto só pode ser realizada mediante expressa autorização de seu autor. Para falar conosco, use nosso formulário de contato. Siga-nos no Twitter: @Dinheirama



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Easiest Slow Cooker Sweet Potatoes

The easiest and my way favorite way to make baked sweet potatoes are in the slow cooker rather than the oven! Not only does your house smell amazing while they cook, they come out moist and delicious every time.

The easiest and my way favorite way to make baked sweet potatoes are in the slow cooker rather than the oven! Not only does your house smell amazing while they cook, they come out moist and delicious every time.
Crock Pot Sweet Potatoes

A healthy side dish without the fuss. The best part, there’s no prep time aside from washing them. No water, no need to poke them or wrap them in foil. Just 1 ingredient, it doesn’t get easier than that!

(more…)



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Como criar experiências online de marca fantásticas para seus clientes

* Por Leonardo Pallotta

Hoje em dia a “experiência do consumidor” e “experiências online de marca” estão entre os tópicos mais comentados por gestores de marca, profissionais de relacionamento com o cliente e pessoas relacionadas a marketing e comunicação.

E a razão é simples: os consumidores que passam por uma experiência de marca inesquecível não pensarão duas vezes em escolher essa marca como a sua preferida frente às outras opções do mercado. Essa não é exatamente uma novidade. A questão é: como colocar em prática essas experiências de forma eficiente e constante?

A jornada do consumidor com uma empresa deve considerar todos os pontos de contato entre eles. Essas experiências são únicas e a maioria delas, hoje, ocorre de forma digital, e em três momentos específicos: pré-compra, compra e pós-compra.

Tais experiências se estendem de pesquisas online à logística de entrega de um produto específico. E são inúmeros contatos - quase que infinitos - que o consumidor tem com a marca, e também com diversas pessoas de dentro da empresa. Devemos então otimizar essa interação, principalmente quando se trata de canais digitais.

A experiência perfeita não existe

Sabe aquele ditado popular “o ótimo é inimigo do bom”? Na busca pela perfeição, muitas vezes deixamos a desejar o essencial. Esse é um erro comum nas empresas: buscar a experiência “perfeita” em todos os pontos de contato com os consumidores. Por outro lado, não se pode proporcionar para os clientes uma interação espetacular em um canal e, no outro, uma terrível. Ele será impactado por diversas experiências ao longo da sua jornada com a marca e não pode sentir diferença em cada ponto.

Quando usamos as “melhores práticas” para o consumidor como um guia para desenvolver ações, criamos vivências iguais às dos concorrentes. A longo prazo, essa monotonia vai levar os clientes a ver tudo da mesma forma. Ou seja, não haverá algo diferenciado frente ao concorrente. A busca que vamos oferecer no final das contas é pela experiência única.

As marcas precisam se concentrar no que melhor define sua empresa e seu posicionamento. A imagem e a mensagem principal que desejam passar para o público devem ser refletidas nas experiências que impactarão o cliente. Em outras palavras, a melhor experiência do cliente é impossível de alcançar, mas a melhor experiência de marca é facilmente alcançável com a mentalidade certa.

Quando as empresas criam com sucesso uma experiência de marca, os clientes percebem e contam a seus amigos. É o tal boca a boca ou Word of Mouth (WoM). E não é que isso dá resultado?! Impulsiona a propaganda mais do que qualquer outro fator.

Não estamos falando somente da qualidade, mas também da relevância da experiência para a marca. A empresa que deixar clara a mensagem e o posicionamento da marca, provavelmente, proporcionará ao consumidor uma imagem única, distinta e bem a frente dos seus concorrentes.

Então como criar uma ótima experiência de marca online?

  1. Estabeleça a marca antes de vender.

O primeiro passo é posicionar a marca no mercado. Experiências fantásticas sozinhas não fazem com que os clientes se sintam influenciados a consumir um produto ou serviço. O objetivo principal deve ser criar sentimentos positivos em relação à marca. Um exemplo é a Nike Plus, que não vende tênis. Ela vende o esporte em si e condicionamento baseado em dados de comportamento.

  1. Segmente seus públicos.

Hoje temos acesso a todos os dados de comportamento do consumidor e algumas ferramentas para interpretá-los. Com isso, as empresas conseguem personalizar a comunicação e as experiências de forma única e individual. As empresas devem usar essas informações a seu favor, adaptando as mensagens para grupos de público-alvo para cada momento da jornada de consumo. Os clientes que estão nos estágios iniciais da jornada, devem receber um conteúdo relevante para cada etapa. Caso contrário, os resultados serão menores ou terão um efeito contrário e negativo.

Nem todos os públicos esperam pela mesma experiência. Alguns esperam da empresa um contato por canais digitais. Outros, querem experimentar o produto presencialmente. Segmente seu público. Entenda em qual fase ele está.

  1. Dê foco nos principais momentos.

Desenvolver uma experiência com o cliente é complexo e, muitas vezes, as empresas não sabem por onde começar. Em vez de desenvolver tudo de uma vez, comece aos poucos. Veja os resultados e depois realize ajustes. Além de economizar uma boa parte do seu budget, você consegue concentrar esforços de recursos e de pessoas.

Analise diferentes pontos de contato com o consumidor e identifique aqueles de maior impacto nas principais métricas de sucesso (KPIs). Depois de executadas essas ações, invista mais recursos para melhorar a experiência e direcionar as pessoas a terem mais impressões positivas e irem na direção correta.

  1. Mostre às pessoas porque elas são especiais.

Customizar não é simplesmente colocar o nome do cliente no e-mail marketing. Esse tipo de personalização é superficial e já esperado. Ou seja, é o básico. Entender o que o seu cliente anseia e entregar algo além do esperado mostra que sua marca realmente conhece cada um dos seus clientes. Criando um sentimento de exclusividade e empatia enorme. Esses sentimentos são fundamentais para elevar sua marca a um status especial na mente e no coração do consumidor.

  1. Mensure, avalie e melhore.

É preciso manter esse ciclo, para que a experiência não seja algo pontual, o que a longo prazo perderia o seu efeito. Ações de experiência com o cliente devem ser constantes, acompanhando as tendências do mercado. Quando uma experiência é executada, muitas informações são coletadas. Dados valiosos para personalizar e evoluir cada vez com as ações, aumentando as conexões com os consumidores.

Precisamos estabelecer métricas para medir cada experiência e, em intervalos regulares, reavaliá-las com as novas realidades.

  1. No final, mantenha o foco no que importa.

Sabemos que o marketing possui recursos limitados para trabalhar. Alguns momentos de experiência custam mais investimento para otimizar do que outros. Além disso, algumas ações dependerão de recursos internos da empresa, e até mesmo de outras áreas, e isso pode ser um grande obstáculo. A infraestrutura tecnológica dessa empresa, ou até mesmo a política entre seus departamentos (o que não deveria), pode comprometer a execução de uma ação fantástica.

Entenda todo esse jogo de xadrez que está na mesa antes mesmo de se comprometer com uma estratégia de experiência com o consumidor. Muitas vezes, a ideia é muito boa, mas executá-la pode fazer com que você perca alguns cabelos por causa do stress. Dê foco no que importa. No que traz resultados efetivos. Comece aos poucos, como se fosse um startup. Como se fosse um projeto BETA.

Resumindo. Em um mundo cada vez mais comoditizado, a experiência do consumidor continuará a crescer em importância como um diferencial competitivo. Não permita que o jogo de xadrez corporativo impeça de colocar em prática uma experiência fantástica. Lute contra a monotonia do mercado e dê aos consumidores a experiência de marca que eles merecem.


Leonardo Pallotta é líder da iniciativa de educação de uma das maiores empresas de tecnologia para relacionamento do cliente do Brasil, a Hi Platform. Formado em Administração pela Universidade Mackenzie e pós-graduado em Marketing pela Universidade Insper, atua com marketing há mais de 15 anos. Desenvolveu planejamento estratégico digital, gestão de mídias sociais e campanhas de mídia de performance para grandes companhias brasileiras.  É professor de cursos livres e pós-graduação no Centro Universitário Belas Artes, SENAC e FIA Business School.

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5 perguntas para a nova Diretora de Operações da 500 Startups no Brasil

Anunciada recentemente como Diretora da Operação da 500 Startups no Brasil, a economista e empreendedora Itali Pedroni Collini tem a missão de fortalecer a presença fundo global de venture capital de early stage no País e conectar não apenas ao portfólio brasileiro, que conta com mais de 40 startups, mas também a todo o ecossistema nacional ao Vale do Silício e aos recursos e redes globais. A executiva respondeu 5 perguntas sobre o desafio de representar, no Brasil, um dos fundos mais ativos do mundo, com mais de 2000 investimentos realizados ao redor do globo. Confira!

Como é fazer parte do time da 500 Startups?

Receber a notícia de que havia sido selecionada foi incrível! Fazer parte do time da 500 Startups é desafiador e muito motivador, primeiro porque se trata de uma organização que já investiu em mais de 2.000 startups em mais de 60 países e em 5 continentes do planeta, o que mostra o potencial em escala da sua atuação.

Somente no Brasil a 500 Startups já investiu em mais de 40 startups e conta com excelentes cases, como ContaAzul e VivaReal, que valem hoje mais de US$ 100 milhões cada uma. Segundo porque tem um dos programas de aceleração mais respeitados do mundo e vê no ecossistema brasileiro uma grande oportunidade de desenvolvimento em rede global.

Quais são os principais desafios?

Um dos principais desafios da 500 Startups Brasil hoje consiste em ajudar a desenvolver um ecossistema empreendedor que converse com o as corporações de modo a despertar o melhor dos dois mundos. Além disso, elevar o preparo de investidores para startups early stage, promover a diversidade no ecossistema e aproximar startups brasileiras dos profissionais do Vale do Silício por meio do Hub em Miami também são desafios atuais.

O que as startups investidas podem esperar de você?

Me coloco à disposição das startups investidas para auxiliar na comunicação entre elas e a 500 Startups nos Estados Unidos, para fazer pontes com potencial de negócios e aproximar investidores. Além disso, pretendo fomentar interações entre as startups do portfólio para fortalecer a nossa comunidade no Brasil.

Como você vê o cenário de inovação no Brasil e na América Latina?

O cenário de inovação no Brasil floresceu nos últimos 10 anos e é destaque em número de aceleradoras, por exemplo, com 40 existentes no país, frente a 250 no mundo, de acordo com dados da FGV. Na América Latina o desenvolvimento do setor também foi grande e isso reflete nos números, de acordo com o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) os jovens latino-americanos são mais favoráveis ao empreendedorismo que os europeus, 41% dos latino americanos pensam em empreender frente a 19% no velho continente. Porém a inovação não é nem deveria ser feita apenas no ecossistema de empreendedor, por isso a mais nova tendência consiste em não só fomentar o empreendedorismo, mas também aproximar empresas já consolidadas do ecossistema empreendedor para que haja trocas construtivas em termos de inovação em produtos, processos e pessoas. Nesse contexto, a inovação aparece também no intraempreendedorismo, conceito que tem sido fortalecido com parcerias entre empresas e aceleradoras.

Quais setores despertam a atenção da 500 Startups no Brasil?

500 Startups tem uma tese de investimento bastante abrangente e isso permite a empreendedores com altas taxas de crescimento, dos mais diversos setores e lugares do mundo, se inscrevam para aceleração e investimento. Alguns setores que interessam e já investimos são: Fintechs - como a QueroQuitar, Healthtechs - como a BoaConsulta e ProntMed, Developer Tools - como a IDWall e Runrun.it, Online to Offline - como a Olist.

A aceleradora

Reconhecida pela revista Forbes como uma das melhores aceleradoras do mundo em 2016, a 500 Startups possui dois programas de investimento e mentoria para startups: o Seed Program e o Series A Program.

Com o rápido crescimento da economia da informação, a 500 Startups também é pioneira no desenvolvimento de parcerias corporativas e iniciativas governamentais, visando disseminar a cultura empreendedora do Vale do Silício em todo mundo. Seguindo a mesma linha, a empresa realiza todos os anos eventos voltados para a comunidade empreendedora, como por exemplo o Geeks on a Plane, 500 Demo Day, Inclusion & Diversity Summit, entre outros.

Além de investir e acelerar, a 500 Startups conta com programas de educação executiva voltados para profissionais que já atuam ou pretendem atuar no segmento de venture capital. Conhecidos como "VC Unlocked", estes cursos, realizados em parceria com UC Berkeley e Stanford University, reúnem profissionais de todo mundo na California em torno dos mais recentes temas relacionados ao segmento, da estrutura jurídica às estratégias de investimento.

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How to Use Predictive Analysis to Improve Your Marketing Strategy

The world of technology is constantly evolving.

As a marketer, you need to stay up to date on new advancements that could benefit your company.

You don’t want to be left behind while your competitors forge ahead by adapting to the new world.

In my consulting work, I often see marketers and business owners who don’t believe these advancements are relevant to their marketing strategies. But this couldn’t be farther from the truth. New types of technology such as AI and machine learning are reshaping marketing.

While the technology is advancing rapidly, the basic concepts behind its applications remain unchanged. Everything is still focused on the customer.

Your marketing efforts need to reach your target audience. Your campaigns must find ways to speak to these people, and you can achieve that by personalizing and improving their experience.

Predictive analysis can make this possible.

Some of you may already be running campaigns and have strategies in place that focus on improving the customer experience and personalizing content.

However, predictive analysis technology will bring these ideas to the next level. You’ll see what I mean as I continue.

Surprisingly, only 23% of businesses are currently using advanced and predictive analysis tools:

currently using

That said, about 90% of businesses believe it’s at least somewhat important to implement predictive analysis tactics in their strategies.

What does this information tell you?

Well, it seems as though the vast majority of business owners and marketers recognize the need for predictive analysis, but they just haven’t proceeded.

Since you’ve navigated to this guide, I’m assuming you fall into this category. Or maybe you fall into the 16% of marketers currently evaluating advanced analytics software.

People want to use this technology, but they don’t know where to start or how to apply it. This was my inspiration for this guide.

You need to be able to adapt. In fact, adaptability is one of the top marketing skills you need to survive in the age of AI.

Making the decision to move forward with predictive analysis is the first step.

Now you need to figure out how this technology will improve your marketing strategy. If you apply the concepts I’ve outlined in this guide, you’ll have a huge competitive advantage.

Enhance your customer segmentation strategy

Your customers don’t fall into the same group.

Treating all people the same is not an effective marketing strategy. I hope you’ve already started segmenting your customers.

Marketers have been doing this well before the days of big data. But this can be drastically improved with predictive analysis.

Predictive analysis can make it easier for you to compile demographic data. I’m referring to parameters such as:

  • age
  • race
  • gender
  • location

Typically, it’s easy to learn this information about your customers. But segmenting them by those factors alone is not enough.

By using predictive analytics technology, you can identify trends for deeper segmentation.

You’ll ultimately pair demographic data with psychographics. This type of information can be obtained from social media, website analytics, surveys, and focus groups.

It doesn’t stop there. You can also collect behavioral data, such as how each customer uniquely uses your service or platform, e.g., your website or mobile app.

When you combine all the demographic, psychographic, and behavioral data about your customers, your predictive analysis model will create segmented groups with greater accuracy than it would if it used only one type of information at a time.

You can create customer personas once the data has been optimized from the predictive analysis formulas:

buyer persona

Once the segments have improved, your customer personas will be more precise and targeted accordingly.

Customer personas and customer segmentation are not quite the same although they’re often confused with each other. Ultimately, the two concepts work together.

With the information you get from your advanced segmentation strategy, you’ll be able to build a customer persona. These personas will be used for driving sales and conversions.

You can eventually use your predictive analysis software to improve lead scoring.

Once someone has been properly segmented, you can send them the right campaign, which will make it easier for them to convert. I’ll discuss lead scoring in greater detail later.

Improve automation

Customer personalization needs to be a key part of your marketing strategy.

But efficiency needs to be a priority as well.

It’s unrealistic for you to manually analyze every customer in your database. Most people leverage basic details with their automated platforms.

They use basic factors, such as the customer’s name, email address, location, and maybe their age.

For example, you could have an automated email go out to a customer on their birthday. This strategy is OK, but it can definitely be improved.

By using your customer segments and customer personas, you’ll be able to have a more advanced automation strategy.

With this type of data, you can create campaigns to show your customers you fully understand their wants and needs. Furthermore, you’ll know how to address those wants and needs.

Once your automation efforts improve, it will be much more profitable for your business.

ROI

That’s why such a large majority of marketing executives who have been using predictive analytics to improve their marketing strategies are seeing a high ROI.

If the initial cost of this type of software is holding you back from investing in it, know that you’ll ultimately see a return on your investment.

Reduce churn

When businesses focus only on customer acquisition, allowing their retention strategies to become an afterthought, they underperform.

If this sounds like you, you’re making a big mistake. It’s much easier to sell to your current customers than to new ones.

In fact, you can even increase revenue without acquiring new customers.

These tactics should be a priority for your marketing department.

But even customers who have been with you for a while may eventually churn. What are your current churn rates?

We know that 70% of SaaS companies have an annual churn rate of about 10%.

Don’t think that’s a problem? I think that’s way too high.

Those of you with a high churn rate are missing out on much potential income.

If you can reduce your churn, you’ll have more money in your company’s bank account.

Predictive analysis can help show you when a customer will churn based on their behavior. Then, you can have targeted and automated responses in place to prevent that from happening. This will give them an incentive to stay.

You may not realize it today, but your churn rates can be detrimental to your company over time. Just look at this graph:

churn

Notice the difference between the churn rates of 1% and 5%. That’s huge.

Check out the difference between 1% and 2.5%. I’m sure that’s not what you expected, given the small percentage number.

As you can see, improving your churn rate even by a percentage point or two will be a huge advantage for your company. This is especially true as you continue to acquire new customers over time.

Make decisions in real time

With predictive analysis tools, your company can benefit from speeding up the decision-making process.

That’s because you’ll get predictive results in real time.

The longer it takes for you to make a decision based on the information you’re given, the less effective that decision becomes.

Here’s a great visual illustrating my point:

real time

The graph shows the way the value of something changes over time.

Without predictive analysis software, the gap in the analysis latency section is much larger. The gap is the time between when the data is captured and the information is delivered.

Obviously, this delay will make it more difficult for you to act in a timely manner.

Let’s revisit the customer churn problem. If you don’t get that data delivered right away, by the time you attempt to prevent a customer from churning, you might be too late. They already switched to a competitor.

But that’s not the only application for real-time decision-making.

Predictive analysis algorithms could determine when one of your customers might need a specific product you’re selling.

Let’s say they are going on vacation in two weeks. They need that specific product before they go.

If you wait too long to take an action to try to get that sale, you’ll be too late even if you did everything else right.

You identified their need and sent them a personalized, highly targeted campaign. But if that was not done in a timely fashion, it’s useless.

Create advanced regression models

Some of you might be currently using regression models in your marketing strategy.

Predictive analysis will improve this strategy.

Even if you’re not doing this, you can start to do so once you implement predictive analysis software. Regressions can help you measure and compare different variables.

For example, you could try to determine how social engagement relates to your website traffic. Or you could compare email open rates to conversions. And you can relate your page authority to the source of your leads.

Improving the range of regression models was the most important feature according to a recent survey on the use of predictive analysis:

regression

The information gathered from a regression model can help you validate your marketing campaigns.

You’ll have a much better understanding of what’s working and what needs improvement.

Predict lifetime value (LTV)

In addition to calculating when and if a customer would churn, predictive analysis software can estimate their lifetime value.

Although this value is often overlooked, it’s one of the most important metrics for marketers to track:

LTV

Simply put, lifetime value will show you how much a customer is worth over time.

From the very beginning stages of the customer journey, predictive analysis can help identify which customers will be the most profitable.

Segmenting those people accordingly will improve your targeting strategies. Now, you’ll be able to make even more money from your most profitable customers.

Furthermore, LTV will also help you calculate a more accurate ROI of your marketing campaigns.

I see companies make this mistake all the time. They stay away from certain acquisition strategies because they can’t justify the cost.

But that’s because they don’t measure LTV, or at least they’re not doing it accurately.

You need to look beyond the customer’s initial first purchase. Here’s a very simple example.

Let’s say it costs you $50 to acquire a customer based on the campaigns you’re running, but their average purchase is $20. It doesn’t mean you need to abandon those strategies—not if the lifetime value of that customer is $1,000.

Predictive analysis will make these figures much more accurate.

Prioritize qualified leads

You might be getting a ton of leads right now, but not all of them are qualified.

Qualified leads are more likely to convert, and you need to prioritize them.

But if you allow those leads to get lost in the shuffle, you won’t capitalize on them.

I mentioned lead scoring earlier. Based on your predictive analysis, you can improve your lead scoring system. If you don’t currently have a lead scoring system in place, this will be a great opportunity for you to create one.

Here’s a basic example of what a lead scoring system may look like:

lead scoring

Prospective customers with the highest lead scores get the most attention.

You can even target them with more expensive campaigns and acquisition strategies because they are more likely to convert.

Remember I said not all your customers are the same? Not all your prospects are the same either.

Predictive analysis will take this strategy to new heights.

You’ll get more insight into how to keep these people engaged. You can even learn predictions on their preferred price points and the types of products that will get new leads to convert.

This will help you generate more profits by focusing on your pricing strategy.

By applying predictive analysis to your lead scoring system and qualifying your leads, you will accelerate new leads through the conversion funnel. Ultimately, more conversions translate to more money.

Conclusion

Predictive analysis technology can drastically improve your marketing strategy.

Many businesses haven’t adapted to this yet even though they recognize its importance. This is a great opportunity for you to jump on board now to gain an advantage over your competition.

Your predictive analysis models will help with your customer segmentation strategy.

This software will improve your automation tactics and help you prevent customer churn by identifying it before it’s too late. You’ll also be able to make other important decisions in real time.

Predictive analysis is great for advanced regression models.

Use this technology to help you predict lifetime value of a customer and prioritize qualified leads.

Once you’re ready to start using predictive analysis to improve your marketing strategy, I suggest you apply the concepts I’ve outlined in this guide.

How is your business using predictive analysis to enhance your current marketing strategies?



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o starbucks mais bonito do mundo é também uma fábrica de café

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Fica em Itália, foi inaugurado em Setembro e é um verdadeiro palácio do café. Num país onde se vendem seis mil milhões de cafés expresso por ano, a Starbucks quis entrar em grande e por isso apostou numa primeira loja com mais de 2.300 metros quadrados que a própria marca considera ser a mais espectacular do mundo.

Além de poder provar cafés e bebidas à base de café, no novo Starbucks de Milão pode acompanhar, mesmo ali à sua frente, todo o processo, da torrefacção até à chávena. 

 

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Mal entra na loja, vê uma máquina de torrefacção de café, contruída em bronze, nos arredores de Milão, e que tem mais de 6 metros de altura. É ali que o café é tratado todos os dias antes de ser servido.

À direita, está o principal bar da loja, com um balcão em mármore da Toscânia, permanentemente aquecido para não arrefecer as bebidas que são servidas aos clientes. E à esquerda, vê um enorme forno a lenha onde são cozidos os bolos e os pastéis à venda na loja.

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Acha que é tudo? Ainda não falámos do chão de mosaicos, produzidos à mão no Norte do país, nem do terraço ou da mezzanine onde encontra outro bar, com uma pedra de mármore única com 10 metros de comprimento, onde são preparados no momento mais de 100 diferentes cocktails à base de café.

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Localizado num edifício histórico da Piazza Cardusio, em Milão, este é o primeiro Starbucks em Itália e já se transformou num ponto de atracção turística recomendado por várias revistas internacionais, não só pela espectacularidade do edifício como também por toda a experiência que os visitantes podem viver ali dentro.

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Até ao final do ano, a marca prevê abrir outras lojas em Itália, mas nada que se aproxime desta.

 

Um óptimo café para si onde quer que esteja,

Ele

 

fotos: starbucks

 



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