Funding Friday: The Truth Has Changed


I LOVE LISTS

 

I LOVE LISTS

  1. Squirrel sniffs flower
  2. Inventory of emergency vehicles. Whoa.
  3. Baby zebra born with spots!
  4. Ambulance turned home.
  5. How to support an employee with social anxiety.
  6. North America is losing birds.
  7. This dress is beyond cute.
  8. Old photographs of classic beauties.
  9. I love a black accent wall.
  10. A photographer’s take on our relationship with our phones.
  11. How to tell someone to get off their phone.
  12. Instagram shouldn’t let kids see a long of things.
  13. Why some people become lifelong readers.
  14. I want to go last-minute camping.
  15. Go to therapy. Especially for your work stuff.
  16. Great homes architects designed for themselves.
  17. Little acts that can brighten someone’s day.
  18. Signs misspelled. 
  19. The most scenic drive in all of the states. 
  20. I bet you would like this, Lauren!
  21. Scientists studied logo designs.
  22. Dreamlife paintings one and two
  23. I had no idea what a slofie was.
  24. Chocolate Banana Bread should be in your weekend plans!
  25. Hey! I updated new FAVORITES in my SHOP section of my blog.

 

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Salmão com massa e espinafres

Depois de um dia de trabalho, chegar a casa e preparar uma refeição saborosa e rápida para a família, é muitas das vezes, a nossa preocupação. Por isso, quando a Parmalat me desafiou a desenvolver uma receita com a sua Nata com Tomate, pensei logo em preparar um prato que não nos roubasse muito tempo na cozinha. Para além disso, escolhi, ingredientes que muitas vezes temos em casa ou que são

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santiago hotel cooking and nature, um hotel que também é uma escola de cozinha

Há muitos e muitos anos, era eu uma jovem mãe a debater-me ainda com dramas de piolhos e não com saídas à noite até às tantas da manhã, quando ficámos uma noite no hotel Caminhos de Santiago, em plena cidade histórica de Santiago do Cacém. Na altura nem sonhávamos em ter um blog e lembro-me de que o hotel era simpático mas não deslumbrava, mas (não sei porquê) nunca me esqueci das casas de banho: enormes, todas forradas a mármore branco.

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O hotel

Quando recentemente marcámos um fim de semana no Santiago Hotel Cooking and Nature percebemos que era precisamente o mesmo hotel, só que de cara lavada e com o selo da DHM - Discovery Hotel Management, dona do Praia Verde Boutique Hotel, do Furnas Boutique Hotel, do Azor, do Vila Monte Farm House, entre muitos outros. Aliás, é o primeiro hotel do grupo no Alentejo. Fiquei feliz da vida porque normalmente adoro os hotéis da DHM.

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Tal como o nome indicia, a gastronomia e a culinária são as principais atrações deste hotel que fica a 15 minutos de carro das praias desertas da costa alentejana. Mal se entra na receção, os adereços e os elementos decorativos não deixam margem para dúvidas. Utensílios de cozinha decoram as paredes atrás do balcão que alberga a receção e o bar logo à entrada. Há workshops de culinária todos os dias, de manhã e à tarde, com uma duração variável entre 1 e 3 horas.

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Aliás, a receção partilha o espaço do restaurante que, por sua vez, tem a cozinha aberta atrás de um balcão enorme com monitores para se poder acompanhar todos os passos dos chefs e dos cozinheiros durante os workshops de culinária. Aqui respira-se e sente-se a paixão pela cozinha e, neste caso, os ingredientes locais, típicos do Alentejo são os protagonistas.

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Fizemos o check in e ofereceram-nos um cocktail de boas vindas, mas como tínhamos uma mesa marcada para o jantar e chegámos em cima da hora, guardámos o cocktail para mais tarde. Antes, ainda fomos aos quartos, deixar as malas e fazer o reconhecimento do terreno.

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Os quartos

Os quartos são giros, clean, funcionais e contemporâneos. Decorados com tons claros e com vários apontamentos de azul claro, têm uma vista deslumbrante para o castelo de Santiago. 

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Em cada canto, descobrimos uma homenagem ao artesanato local: cestas, aventais, utensílios de cozinha em cortiça que se podem comprar na receção, entre outros detalhes deliciosos. E o mármore alentejano ainda lá está, em todas as casas de banho.

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Os quartos são arejados e têm máquina de café expresso, uma garrafa de água L'Eau (que é trocada todos os dias), TV LCD, Wi-Fi gratuito, cofre, minibar, chaleira, enfim, tudo a que tem direito. E as casas de banho são ótimas, grandes e brancas, muito brancas, tal como os toalhões que são enormes e igualmente brancos.

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Também há quartos familiares, se quiser ir com os seus filhos. Nós tivemos de apressar os nossos que já estavam colados aos telemóveis, esparramados em cima da cama, em vez de estarem à porta, em continência, à nossa espera para ir jantar. Onde foi que eu errei, meu Deus?

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O jantar

Tal como nos outros hotéis do grupo, o restaurante do Santiago Hotel Cooking and Nature também se chama À Terra e, tal como os seus “irmãos”, privilegia uma cozinha com produtos locais onde o forno a lenha é o grande protagonista.

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Por isso, aqui encontra uma grande cozinha (literalmente) com ingredientes alentejanos com um toque de autor. A nossa expetativa era grande mas infelizmente este À Terra está a léguas de distância do “irmão mais velho” do Praia Verde Boutique Hotel: a começar no couvert que não tem nada a ver com o requinte e a originalidade do do Algarve, e a acabar no serviço, passando pelos pratos principais, ficámos ligeiramente – para não dizer bastante – desiludidos. O couvert tinha pão alentejano, manteiga, dois queijos e uma taça com azeitonas e tremoços.

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Como estávamos esfomeados e a nossa Família Mistério é de muito alimento, começamos com uns ovos mexidos com túbaras, pastel de bacalhau e de massa tenra, moelas e um torricado alentejano. O prato era ligeiramente confuso, os ovos estavam bons e cada um dos ingredientes desapareceu em segundos. Seguiram-se uns raviolis de camarão, bisque e espuma da mesma. Eram bons mas não adorei o molho, não porque estava mau, só porque não faz o meu género, mas o meu querido Marido Mistério gostou.

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Seguiu-se uma pizza DIY para dividir por todos: os miúdos escolheram os ingredientes. Basicamente acrescentaram cogumelos, fiambre e queijo à clássica Margarita. A pizza era saborosa mas infelizmente a base estava estorricada.

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Seguiu-se uma sugestão do dia que se tornou na maior desilusão da noite. O nome prometia: frango trufado (eu devia ter desconfiado quando me sugeriram “frango”, mas a expressão “trufado” ficou a ecoar no meu ouvido, e não resisti a experimentar). Ok. O frango trufado era um frango inteiro, seco e que nem sequer cheirava a trufas. Uma tristeza. O nosso mini misterioso com vocação para chef – e que adora trufas – era a cara da desilusão. O pior é que obriguei os nossos filhos a comerem o frango todo.

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Já estávamos a abarrotar quando chegou o costeletão black Angus maturado, que salvou o jantar. Era ótimo, bem temperado, feito no ponto com uma apresentação original. Não sobrou uma fatia de gordura para contar a história.

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E acredita que ainda tivemos espaço para a sobremesa? Eu juro que não queria, mas o meu querido Marido Mistério tanto insistiu que lá dividimos uma divinal sericaia com ameixas de Elvas, um gelado de mel e azeite. Estava mesmo incrível e até os miúdos, que torceram o nariz ao lerem a descrição do prato, se renderam a esta espetacular homenagem aos sabores do Alentejo.

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Claro que depois desta loucura calórica, éramos os últimos clientes do restaurante, e quando nos virámos para pedir a conta, por volta da meia-noite, começámos a ouvir uma animada banda sonora a vir da cozinha: a famosa música do Rei Leão Hakuna Matata entoada pelos funcionários despertou de imediato todos os sentidos dos nossos filhos adormecidos. Adorei: é a alegria no trabalho em todo o seu esplendor.

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Mas a nossa alegria acabou depressa, sobretudo para o meu querido Marido Mistério. O bar, junto à receção, à meia-noite e meia, já estava fechado. Vi uma uma pequena lágrima teimosa a querer sair do olho do meu estimado Marido Mistério. Ele que adora beber o seu digestivo depois de comer como o Pumba… Paciência: Hakuna Matata.

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Perguntei ao funcionário da receção a que horas que fecha o bar e o rececionista esclareceu-me: "à mesma hora que fecha o restaurante". OK, ficámos esclarecidos. O meu querido Marido Mistério limpou a lágrima e lá fomos para o quarto com o voucher do nosso cocktail de boas vindas no bolso.

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O pequeno-almoço

É servido até às 11h00 e fizemos um esforço sobre humano para conseguirmos estar todos no restaurante às 10h30. Prova superada, exceto para a nossa filha mais velha que foi a última a chegar, como sempre. O buffet é ótimo e variado com vários pães, croissants, bolos, iogurtes, cereais, frutos secos, queijos, fiambre, doces, nutella, manteiga de amendoim, panquecas e ovos feitos no momento, diversos tipos de leites, café e chás. Nada a apontar, todos os ingredientes eram bons e o buffet era muitíssimo bem servido, já o serviço propriamente dito era…sui generis, vá.

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Às 10h40, já havia algumas travessas vazias. Olhei, por exemplo, para uma tacinha despojada de nozes e perguntei a uma empregada se tinha mais nozes. Respondeu-me prontamente com um sorriso:

- Não. Ainda não chegaram mais, estamos à espera.

- Para hoje?

- Isso eu não sei.

E afastou-se, mantendo sempre o sorriso. OK, as coisas acabam, mas escusavam de deixar a taça vazia só para nos dizer: chegasses mais cedo!

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Já o meu querido Marido Mistério teve um diálogo com uma solícita e poliglota empregada que protagonizou o momento mais esquizofrénico do nosso pequeno-almoço.

- Tem leite sem lactose?

- Não tenho a certeza mas vou já confirmar.

Foi à cozinha e, um minuto depois, voltou:

- Temos sim.

- Então não se importa de me fazer um café com leite sem lactose?

- Com certeza.

Lá foi, super eficiente, fazer o latte. Voltou dois minutos depois com o latte mas com outra personalidade, saída diretamente de um filme de Almodovar:

- Aqui está el leche con lo café. Disfrute – num fluentíssimo espanhol.

E desapareceu novamente, perante o nosso olhar incrédulo.

Dez minutos depois, a mesma empregada passa por nós outra vez, encarnando uma nova personagem, desta feita de terras de sua Majestade:

- May I take your plates, please?

Ainda olhámos em volta, à procura de câmaras para os Apanhados, mas os nossos receios não se confirmaram. O que é facto é que esta senhora conseguiu a proeza de, no espaço de 10 minutos, se dirigir a nós em 3 línguas diferentes. Se isto não é eficiência a mais, não sei o que é.

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Enquanto isso, uma outra empregada começou a percorrer todas as mesas a perguntar aos hóspedes se queriam mais alguma coisa do buffet. Nada de estranho se não faltassem 15 minutos para a hora marcada para o fim do pequeno-almoço. Os hóspedes olhavam incrédulos para a rapariga e alguns ainda se atreveram a lembrá-la de que o pequeno-almoço terminava às 11h00 e não às 10h45.

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Eu entrei em pânico porque a nossa filha adolescente ainda estava a arrastar-se pelo corredor a chegar à nossa mesa. Nem a deixei pousar o telemóvel em cima da mesa e lá foi ela a correr direta ao buffet, mas acabou por se safar muito melhor do que nós porque pediu à cozinheira uns ovos mexidos feitos no momento, a que ela acedeu prontamente, e de sorriso na cara.

 

O bom – os quartos

O ótimo – o costeletão e a sericaia

O mau – o bar fechado à noite

 

Um ótimo fim de semana,

Ela


fotos: d.r. e casal mistério



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How to Onboard Clients with Immersion Workshops - Whiteboard Friday


O futuro da IA dependerá de decisões inteligentes

* Por Andriei Gutierrez

Mundo afora se questiona como as autoridades deveriam tratar a Inteligência Artificial (IA). Deveria a IA ser guiada por alguns parâmetros mínimos? Deveria a regulação vir a posteriori, caso seja necessária? Ou deveria já ser regulada? Muitos países, organismos multilaterais, imprensa especializada, academia, organizações da sociedade empresarial e da sociedade civil encontram-se inquietos quanto a essas questões.

Nesse amplo debate, destaco as recentes Diretrizes Éticas da UE para uma inteligência artificial confiável e segura e as recomendações do Conselho da OCDE para IA, do qual o Brasil foi signatário. São iniciativas pioneiras e inspiradoras que devem ser conhecidas e estudadas com atenção, pois trazem parâmetros éticos e recomendações de políticas públicas relevantes para o avanço da IA no Brasil.

Por outro lado, essas discussões ainda não têm tido a devida atenção aqui no Brasil. Com raras exceções, ainda temos poucos debates, eventos, artigos ou propostas de políticas públicas sobre o tema. Nesse contexto, resolvi compartilhar seis premissas que considero primordiais para avanço do debate sobre a IA no país.

1. A inovação em IA precisa ser amparada por uma abordagem baseada em riscos combinada com o estabelecimento de princípios e valores éticos

O rápido avanço tecnológico atual tem nos ensinado que nações que apoiam ideias inovadoras numa abordagem baseada em riscos têm maiores chances de sucesso. Nesse sentido, entende-se que os benefícios potenciais são superiores aos riscos e permite-se que as inovações possam florescer combinadas com mecanismos para mitiga-los.

Por outro lado, o necessário estímulo à inovação baseada em IA não significa a ausência total e absoluta de princípios e condições mínimas para o desenvolvimento e a aplicação de soluções baseadas em IA. O debate internacional tem avançado para a constatação da necessidade de tais balizas mínimas, de modo que os sistemas baseados em IA sejam criados e executados de modo a respeitar a vida humana e primar pelo seu bem-estar, pela diversidade e inclusão, por princípios democráticos e pela privacidade, além de ter uma atenção especial pela segurança, explicabilidade, transparência, controle e centralidade nos seres humanos.

Nesse campo, seria muito pertinente avançarmos seriamente rumo às recomendações feitas pela OCDE mencionadas previamente.

2. Não caiamos nas tentações simplistas, como uma regulação geral para IA

Na IBM temos tido a oportunidade de ajudar organizações de mais de 20 setores em sua transformação digital, da qual a adoção da IA é parte integrante. A partir dessa experiência, tenho cada vez mais sólida a convicção de que eventuais limites e parâmetros para as inovações e usos dos sistemas de IA devem ser muito bem discutidos e delimitados nos seus diferentes setores, de maneira pontual e muito precisa. Do contrário, criaremos uma contenção à inovação e à adoção da IA no Brasil com consequências danosas para o desenvolvimento econômico e social presente e das futuras gerações.

3. Os investimentos em IA necessitam de progressiva segurança jurídica

Por um lado, seria pertinente para a segurança jurídica que definamos, rapidamente, as situações nas quais o uso de dispositivos ou sistemas autônomos não será permitido e quando precisará da supervisão ou tutela de um ser humano. Como ainda não temos uma bola de cristal capaz de prever todas as possíveis implicações da IA, um conjunto global de princípios teria o mérito de trazer essa importante baliza e garantir a necessária segurança jurídica para empresas, governos e instituições de pesquisa. Essa segurança é essencial para estimular a adoção e o avanço em IA em larga escala.

Caso ainda persistam arestas a serem aparadas e caminhos a serem indicados, é pertinente um debate pontual e preciso sobre eventuais regulações, sempre que possível, em nível infra-legal.

4. A decisão sobre os limites para o uso da IA deve se pautar em argumentos de ordem técnica, mas em última instância será uma decisão política que irá requerer amplo debate. 

Quais critérios devem prevalecer no momento de avaliar e decidir se um robô pode realizar cirurgias sem a supervisão humana, se iremos aceitar o desenvolvimento de armas autônomas civis ou militares ou se será possível o transporte de passageiros e cargas por veículos e aeronaves autônomos? Quais serão as implicações legais e de imputabilidade de culpa em caso de dolo?

Tenho cada vez mais a percepção de que, embora essa decisão possa e deva ser amparada por critérios técnicos, sejam eles sociais, econômicos, ambientais e éticos, tudo indica que a instância decisiva será a política. E há ainda muita água para correr nesse rio; muito debate por ser feito. É necessário que o debate sobre a IA e políticas públicas para IA saia das esferas técnicas, hoje concentradas em organizações do setor de tecnologia, alguns poucos órgãos de governo especializados, acadêmicos e especialistas no tema. É preciso que a sociedade brasileira se aproprie do tema e faça o debate qualificado sobre a importância da IA para o presente e o futuro, seus impactos e as políticas públicas necessárias para seu avanço sustentável.

5. A abordagem baseada em risco deve vir acompanhada de mecanismos (digitais) de mitigação e accountability

A velocidade e a escala das soluções e serviços baseados em IA exigirão que nos amparemos cada vez mais em ferramentas digitais - e baseadas na própria IA - para monitorar, auditar e garantir o accountability dos mesmos. Em outras palavras, a sociedade digital exigirá cada vez mais que usemos ferramentas digitais para mitigar riscos de natureza digital. Do mesmo modo, precisamos avançar em um modelo regulatório que preveja, sempre que possível e pertinente, o estabelecimento de procedimentos e o uso de tais tipos de ferramentas.

6. A IA trará transformações sociais tão profundas que o país necessita de uma estratégia nacional para se preparar

Questões importantes demandam debates e (sobretudo) ações coordenadas pelo país. É importante que a sociedade brasileira reme no mesmo ritmo e sentido com políticas públicas para os diferentes domínios relevantes da IA para o país, na pesquisa aplicada, no estímulo à adoção da IA pelo setor público e privado, no desenvolvimento das habilidades digitais da mão de obra, no avanço rumo à adoção de padrões globais e interoperáveis, além da necessária segurança, confiança e do estabelecimento de princípios éticos.

Trabalharemos para isso.

* Andriei Gutierrez é Coordenador do Comitê Regulatório da ABES e do Movimento Brasil, País Digital.

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Evitando a síndrome de recém UX manager